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17/04/2019

Aliando diversão com aprendizado: como usar a Netflix para ensinar ciência

Existem diversas opções para estudar ciência sem recorrer aos métodos tradicionais, e uma delas une diversão e aprendizado. Já imaginou usar a Netflix para ensinar seus alunos?

A plataforma de streaming possibilita que os estudantes possam visualizar, através de séries e filmes, como os fenômenos acontecem, suas curiosidades e métodos científicos. Desse modo, o professor consegue propor mais interatividade durante a aula, facilitando o entendimento do tema abordado e deixando espaço para que o aluno proponha outras questões.

Neste material, o Cidepe indica 3 produções disponíveis na Netflix para motivar sua turma a continuar pesquisando e descobrindo coisas novas. Confira!


1 - Cosmos: A Spacetime Odyssey (2014)


O documentário é um remake da série original “Cosmos”, produzida nos anos 1980 e apresentada pelo cientista Carl Sagan. A adaptação americana mostra como o tempo e o espaço foram definidos pela narrativa do astrofísico Neil deGrasse Tyson.

Como o programa comenta as variações do universo, esta é uma ótima oportunidade para explicar como ocorrem as transformações de energia. Se a aula é sobre física moderna, levante alguma questão da série e use isso como exemplo para a classe. Investigue, por exemplo, como é feita a conversão de energia radiante em energia mecânica com um com o radiômetro de Crookes, um instrumento capaz de medir a intensidade da luz.

Curiosidade

Seu nome  homenageia o químico e físico britânico Willian Crookes (1832-1919), famoso por descobrir o elemento químico tálio e estudar a condutividade da eletricidade em gases sob baixa pressão.


2. Particle Fever (2013)


Quer conhecer os bastidores da maior experiência científica do planeta? Em “Particle Fever”, o telespectador assiste junto com a equipe de físicos o lançamento do acelerador de partículas LHC (Large Hadron Collider), responsável pela criação do Bóson de Higgs, a partícula que forma todas as matérias existentes.

O documentário se passa dentro do maior laboratório de física e partículas do mundo, o Cern, localizado na Suíça. O enredo revela os conflitos para descobrir a partícula, além de mostrar a união de profissionais de diferentes nacionalidades para explicar os mistérios do universo.

O Bóson de Higgs não foi uma descoberta simples e precisou de anos de laboratório para ser comprovada. O ato de observar substâncias químicas e físicas é uma das etapas básicas para verificar novas teorias. Portanto, incentive seus alunos a analisar fenômenos semelhantes aos do documentário. Você pode utilizar o conjunto teoria cinética dos gases com transdutor eletromagnético para comparar a velocidade das partículas em relação ao volume e pressão.


3. Science of Star Wars (2005)


Essa série é para quem gosta de traçar paralelos entre ficção e realidade. Exibida pelo canal Discovery, “Science of Star Wars” relaciona as tecnologias propostas na saga Star Wars com o progresso delas na nossa geração.

Uma das coisas que mais desperta curiosidade sobre a produção é como funcionaria o famoso sabre de luz. Alguns pesquisadores apontam que o feixe surgiria do confinamento magnético de energia. Ainda não é possível reproduzir o sabre de luz com os mesmos efeitos do filme, mas vale a pena usar a temática para estudar como se comportam os campos magnéticos.

Através do sensor de campo magnético com chassi estrutural e mufa em aço, você pode demonstrar as diferenças entre a intensidade do campo magnético e quais seus impactos sobre a matéria.

Aliando o entretenimento da Netflix com os materiais do Cidepe, suas aulas vão ficar muito mais interessantes. Oferecemos produtos de diversas áreas do conhecimento para garantir maior interesse e participação na experiência dos estudantes.

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